Oficina de ritmos brasileiros antecede noite do 36° FUC

Oficina de ritmos brasileiros antecede noite do 36° FUC

“Todas as coisas são ritmo”. A frase circulou durante toda a oficina ‘Um passeio pelo Brasil através do ritmo”, ministrada por Nicolas Salazar, na tarde de ontem (14), no auditório B do Cine-teatro Ópera. O evento fez parte da programação do 36° Festival Universitário da Canção.

O músico levou alguns instrumentos de percussão para mostrar ao público e explicou como funcionam, a história deles e os ritmos em que são usualmente utilizados. 

Alguns dos instrumentos mostrados foram: Par de congas, alfaia, zabumba e pandeiros. Foto: Joyce Clara

O público pode experimentar alguns conceitos sobre ritmo, através de dinâmicas em grupo, e teve a oportunidade de usar os instrumentos. A iniciativa da oficina partiu de uma conversa do músico com Patrícia Camera, professora da UEPG que atua na Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Culturais. “A proposta era trocar experiências, oficina de percussão você tem que experimentar, tem que sentir”, afirma Nicolas. 

36° Festival Universitário da Canção

Foto: Gabriel Aparecido 

Na noite de hoje (15), acontece a 36° edição do FUC, no Cine-Teatro Ópera, às 19 horas. Neste ano serão 12 apresentações, tendo como intérprete principal: Guile, Stanley, Ametysta, Alisson Camargo, EULIMO, 3Madru, Konann, Lorinezz, Gegê Felix, Os Cantantes, Daniel Gnoatto e Maro. Com exceção de EULIMO, de Telêmaco Borba, os demais músicos são de Ponta Grossa.

Dos premiados da edição anterior, Lorinezz, EULIMO e 3Madru voltam aos palcos este ano, com as canções ‘Relato da Maria’, ‘Não era eu’ e ‘Outra vez devaneio’, respectivamente. No total, 32 artistas, entre intérpretes principais, demais intérpretes e compositores, fazem parte do festival. 

Na 35° edição do FUC, a banda convidada foi Francisco, El Hombre. Já neste ano, a dupla 50 Tons de Pretas é a responsável pelo show que acontece no intervalo entre as apresentações e a premiação. Formada por Dejeane Arrué e Graziela Pires, a dupla atua no cenário musical desde 2017. 

O valor da premiação se mantém o mesmo do ano passado:  R$ 2 mil a R$ 4 mil para os primeiros colocados e mil reais para as categorias de melhor letra, melhor interpretação e júri popular.

Joyce Clara

Olá! Meu nome é Joyce Clara, sou acadêmica de jornalismo e vivo em dois mundos: o real e o que a arte cria em mim. Entusiasta das diversas faces da cultura e de toda catarse que me envolve através dela.

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