Há oito anos

Há oito anos

Há oito anos

Há oito anos
a felicidade é diária,
não é apenas um espírito a rondar a casa,
não é apenas um desejo distante,
uma notícia que vem de longe.

Há oito anos
os sorrisos são diários,
pois neles guardamos as lembranças,
o amor é contínuo
e os dias cheios de alegria permanente.

Há oito anos
está mais fácil lutar,
mesmo com os encontros incertos
na nossa vida tão intensa,
e mesmo com as dores
que trazemos nos ombros,
chorar um choro compartilhado
dá leveza e traz amparo.

Há oito anos
eu vivo o hoje e o agora,
pois que o hoje parece eterno,
o agora é quase um delírio
do que os olhos veem,
já não somos um ou dois,
não somos sozinhos,
nós somos eternos.

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Rodolfo Martins Kravutschke

Rodolfo Martins Kravutschke

Rodolfo Martins Kravutschke: 28 anos, médico, trabalha na UBS do BNH, em Telêmaco Borba. Amante da literatura brasileira e mundial, além de um aficionado pela poesia, seja ela métrica ou livre. Apaixonado pela Letícia, torcedor do Palmeiras, gosta de jogar futebol, gosta de tocar violão, adora analisar os pequenos detalhes das coisas e amante das minúcias da vida
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Rodolfo Martins Kravutschke: 28 anos, médico, trabalha na UBS do BNH, em Telêmaco Borba. Amante da literatura brasileira e mundial, além de um aficionado pela poesia, seja ela métrica ou livre. Apaixonado pela Letícia, torcedor do Palmeiras, gosta de jogar futebol, gosta de tocar violão, adora analisar os pequenos detalhes das coisas e amante das minúcias da vida

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