Decolagem de balões de ar quente marca fim de semana em Ponta Grossa

Decolagem de balões de ar quente marca fim de semana em Ponta Grossa

Entre os dias 19 a 21 aconteceu o 2° Festival de Balonismo em Ponta Grossa. A programação contou com cinco voos competitivos que decolaram do Centro de Eventos, além de uma Carreata de Fogo. No total, dez balonistas participaram da competição. Os vencedores foram: Leandro Chemin em primeiro lugar, seguido de Lucas Chemin e Erick Bittencourt. O público pode contemplar o processo de montagem, enchimento e decolagem dos balões, incluindo o de 55 metros de altura, considerado o maior do mundo. No local, também teve feira de artesanato, praça de alimentação e espaço para as crianças.

A fotógrafa Marcia Batista, que esteve presente no primeiro dia de evento, ficou sabendo do festival pela amiga responsável pela Casa do Artesão – que estava expondo produtos- e acredita que Ponta Grossa precisa de espaços de vivência coletiva como o ofertado pelo festival. Já Ramires Prevedello ficou curioso com um dos balões que viu no céu na quinta-feira (18) e foi procurar a respeito. No dia seguinte levou os filhos para contemplação, mas afirma que os adultos também aproveitaram a experiência. 

Uma das principais atrações do festival foi “O Maior Balão do Mundo” em formato de cegonha para promover a campanha contra a gravidez precoce. Foto: Amanda Stafin

Raquel Camargo Pereira acompanhou o último dia do evento e relata uma experiência divertida ao ver os balões de perto. Ela destaca ainda a importância de eventos como esse para a cidade. “O festival é interessante para atrair turistas para a região, além de ser um evento muito divertido”.

Foto: Joyce Clara

Segundo a Prefeitura Municipal, cerca de 30 mil pessoas foram aguardadas para o evento, superando a quantidade de público do ano anterior. A 2ª edição do Festival Paranaense de Balonismo foi realizada com apoio da Confederação Brasileira de Balonismo (CBB).

Amanda Stafin

Oi para você que acompanha o Cultura Plural! Me chamo Amanda Stafin e sou acadêmica do curso de Jornalismo da UEPG. Vejo a arte como o cenário para registrar momentos e contribuir para a memória cultural.

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