Dos olhos que seguem

Dos olhos que seguem

Entre as nuvens,

entremeado na noite,

entre os silêncios,

entre, sinta-se à vontade.

Há vagas disponíveis

na praia em que vagas se formam,

vagando vou

sem rumo ou canção.

Olhos serenos

em contraste com o coração,

tentando manter a calma,

tentando manter o personagem,

tentando me manter em pé.

Pálido,

trágico,

em que se arma o alvorecer,

já é a passagem do dia,

a renovação dos planos,

uma nova calma. 

Escuto tranquilo,

aguardando a exuberante chegada

da manhã, 

o farfalhar das asas anunciam,

o esplendor da vida se renova,

e eu aqui, sozinho.

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