Da eterna poesia
Da eterna poesia
Às vezes escrevo por Deus,
às vezes escrevo por mim,
depois de tanto escrever,
mal sei o que já escrevi.
De súbito me vem
uma vontade de desenhar
e as linhas então
transformam-se em lar.
Uma fala,
uma falha,
espalha o que falta.
Uma sombra,
um assombro,
até sua volta.
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Rodolfo Martins Kravutschke
Rodolfo Martins Kravutschke: 28 anos, médico, trabalha na UBS do BNH, em Telêmaco Borba. Amante da literatura brasileira e mundial, além de um aficionado pela poesia, seja ela métrica ou livre. Apaixonado pela Letícia, torcedor do Palmeiras, gosta de jogar futebol, gosta de tocar violão, adora analisar os pequenos detalhes das coisas e amante das minúcias da vida
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