Noite

Noite

Noite

E na noite
é que me encontro,
na noite misturo-me,
miscelânea,
entre a escuridão,
vejo-me,
e os passos sombrios
que ecoam dentro de mim.

Espero o dia voltar,
escondo-me,
espero a vida retornar
ao seu curso,
mas deixo minha marca,
no pesado papel,
deixo meu sentir,
deixo-me,
e espero o meu renascer,
diário.

No poema sou translúcido,
no papel me transfiro,
leia-me
e veja meu porvir,
leia-me,
sinta-me,
sou sem medo de ser,
vivo na esperança
de viver
em ti.

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Rodolfo Martins Kravutschke

Rodolfo Martins Kravutschke

Rodolfo Martins Kravutschke: 28 anos, médico, trabalha na UBS do BNH, em Telêmaco Borba. Amante da literatura brasileira e mundial, além de um aficionado pela poesia, seja ela métrica ou livre. Apaixonado pela Letícia, torcedor do Palmeiras, gosta de jogar futebol, gosta de tocar violão, adora analisar os pequenos detalhes das coisas e amante das minúcias da vida
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Rodolfo Martins Kravutschke: 28 anos, médico, trabalha na UBS do BNH, em Telêmaco Borba. Amante da literatura brasileira e mundial, além de um aficionado pela poesia, seja ela métrica ou livre. Apaixonado pela Letícia, torcedor do Palmeiras, gosta de jogar futebol, gosta de tocar violão, adora analisar os pequenos detalhes das coisas e amante das minúcias da vida

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